Perguntas para psicóloga sobre CONFLITOS FAMILIARES NO DESEMPREGO

Perguntas para psicóloga sobre CONFLITOS FAMILIARES NO DESEMPREGO

  1. Como trabalhar a fase de desemprego de um parente e como ajudá-lo?

              Não é uma tarefa fácil para ninguém, porque geralmente o desempregado fica mais nervoso e preocupado, gerando muitos conflitos familiares.

              Nesse momento é necessário, que a família se una, apoie uns aos outros e compreenda a situação do desempregado para não fragilizar mais os relacionamentos.

  • Como os filhos podem ajudar com o desemprego de um pai ou mãe?

              Em primeiro lugar é muito importante os filhos, mesmo quando crianças, estarem cientes dos problemas familiares.

              Essa é a hora de:

  • motivar a pessoa e não de cobranças;
  • é fundamental o incentivo para uma nova recolocação profissional, não desistir, ir em busca de uma nova oportunidade com insistência;
  • para assim ir atenuando o sentimento de desespero.
  • Como lidar com os familiares do meu marido, porque nessa fase de desemprego, a irmã o julga muito. Como agir com a família dele, que cobra demais?

              Em primeiro lugar você tem que se preocupar com seu marido e não com os seus familiares, porque isso poderá prejudicar a união do casal, levando a uma desestrutura familiar, que já deve estar sobrecarregada emocionalmente com a situação e isso só facilita pata ter respostas mais negativas nos laços familiares.

  • Quais as consequências e sintomas de acordo com as perdas do desempregado? Pois é uma perda que gera insegurança e autoestima rebaixada.

              Essa situação de desemprego gera sintomas, consequências psicológicas e sociais, como:

  • transtornos mentais leves;
  • depressão e desespero;
  • estresse;
  • sentimentos de vergonha e humilhação;
  • diminuição da autoestima;
  • falta de dinheiro, que leva a crise de angústia;
  • crise de ansiedade;
  • estado de ânimo e humor reduzidos;
  • sentimento de frustração e insatisfação pela vida;
  • distúrbios do sono;
  • e muitas vezes até dificuldades cognitivas.
  • O que fazer para nos relacionarmos bem nessa fase do desemprego?

              Aqui vão algumas dicas para ajudar o desempregado e a sua família nessa fase, que são:

  • aconselhem-se uns aos outros;
  • não nomeie sua família como “Desemprego”;
  • envolvam-se e apoiem uns aos outros;
  • unam-se, façam atividades em comum, preencham o tempo vazio;
  • mantenha os mesmos hábitos e rotina;
  • inclua os filhos nessa situação, não os deixe de lado, eles precisam e tem o direito de saber os problemas familiares;
  • incentive a busca por contatos profissionais, não espere que eles venham até você, faça o movimento;
  • tente ser feliz, não se invada por sentimentos negativos e destrutivos;
  • não esqueça de investir na autoestima, não perdendo seus contatos, evite o isolamento;
  • agradeça os que estão ao seu redor de apoiando.

Vídeo do tema: https://www.youtube.com/watch?v=25UnfK-wWBs&t=21s

Paula Espíndola

Psicóloga e Terapeuta Sexual

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