Perguntas para psicóloga sobre CONFLITOS DE INTERESSES – Parte 2

Perguntas para psicóloga sobre CONFLITO DE INTERESSES – PARTE 2

  1. Sou religiosa e ele ateu. Como lidar com isso?

              Quando o assunto é religioso, cada um encara de uma maneira, consulte se você aceita, ele ser ateu, desde que não critique seus princípios religiosos.

              É importante ressaltar que o namoro é uma ótima oportunidade de conhecer o seu parceiro, seu perfil, suas características e até seus princípios e valores.

              Veja se você é capaz de suportar essa situação.

  • Até onde a diferença social afeta num relacionamento, onde a mulher tem mais condição financeira que o homem?

              Depende de como o casal encara essa situação para que no relacionamento não ocorra competição, quando trata essa situação como fonte de poder sobre o outro.

              Agora quando existe cooperação e compreensão e juntos constituem uma família, fica tudo mais fácil de lidar.

              Então lembre-se que competição é diferente de cooperação.

  • Quero meu casamento, mas tem doído mais do que feito bem. E só tenho 4 meses de casada. Não sei o que fazer. Ao mesmo tempo que quero ir embora, não consigo ir.

              Estou vendo que você está sofrendo muito com esses conflitos internos, sem saber qual a melhor decisão a ser tomada.

              Analise todo seu relacionamento, porque só você poderá decidir o que será melhor para você.

              Os conflitos levam ao crescimento pessoal, nos tira da zona de conforto e da acomodação.

              Pense bem antes de fazer sua escolha para não se arrepender depois.

  • A família toda desconfia que o marido está traindo a esposa, a família alerta a esposa, mas ele fala que não tem nada a ver. Como deve agir a família nessa situação, o que a família pode fazer?

              Nesse caso tem que dar tempo ao tempo para que ela mesma perceba o que está acontecendo.

              Às vezes não queremos aceitar por termos medo de enfrentar os desafios da vida.

              Os conflitos fazem parte da nossa vida, ninguém pensa totalmente igual ao outro.

  • Achamos o homem instável excitante, o inseguro desafiador, o imprevisível romântico, o imaturo charmoso, o mal-humorado misterioso. O homem irritado precisa de nossa compreensão, o infeliz do nosso consolo, o inadequado de nosso encorajamento e o frio do nosso calor. Mas somos incapazes de “consertar” um homem que está bem do jeito que está.

              Uau! Para consertar, ninguém tem esse poder, porque ninguém consegue mudar o outro, a mudança tem que partir da própria vontade da pessoa.

              Mas será que as pessoas hoje em dia não estão querendo moldar o seu parceiro, como um fantoche?

              As diferenças individuais servem para ajudarem nesse encontro do relacionamento, porque não acredito que exista em encontrar a sua metade da laranja, não precisamos de alguém para nos completar, mas sim de 2 pessoas inteiras com seus sonhos, planos para complementarmos essa união e jamais completar.

  • Quais os principais sintomas nessa guerra de conflito de interesses?

              Os conflitos podem levar:

  • sentimentos de mágoa;
  • desilusão amorosa;
  • mal-estar;
  • estresse;
  • pensamentos negativos.

              O relacionamento saudável não é aquele que não tem conflito, mas aquele que sabe lidar com eles e resolvê-los.

  • Qual a melhor maneira de lidar com os conflitos?

              Vou dar algumas dicas para lidar da melhor maneira possível com os conflitos de interesses, como:

  • aprenda a ter uma boa comunicação com seu parceiro, com um diálogo franco;
  • fale do seu ponto de vista, mas esteja aberto a escutar o outro, treine sua escuta;
  • aprenda a digerir seu estresse;
  • aprenda a dosar e ceder;
  • respeite o interesse e vontade do seu parceiro e de si mesmo;
  • tente compreender seu parceiro e use a empatia;
  • afaste seus pensamentos negativos e valorize mais os aspectos positivos;
  • controle suas emoções e seus impulsos;
  • observe, aprecie e valorize seu parceiro;
  • aprenda a cooperar mais e competir menos em seu relacionamento.

Vídeo do tema:

Paula Freitas Espíndola

Psicóloga, Psicoterapeuta de casal e Terapeuta Sexual

WhatsApp 11 98313 2371

paulaespindolapsicologa@gmail.com

paulafreitaspsicologa@gmail.com

@paulaespindolapsicologa

@relacionamentoabusivopsi

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