Encarando as diversidades nas relações

ENCARANDO AS DIVERSIDADES NAS RELAÇÕES

              As desigualdades devem ser enfrentadas de uma maneira saudável, pois essas diversidades sempre ocorrerão, principalmente nos relacionamentos.

              Alguns casais enfrentam desigualdades em seu relacionamento.

              Atualmente, os relacionamentos são vistos de maneiras bem diferentes de décadas passadas.

              Alguns aspectos marcam os relacionamentos atuais, que são:

  • Dificuldade de respeitar a individualidade do outro;
  • Menor tolerância com o parceiro e dificuldade em enfrentar os conflitos;
  • Casa-se pensando em separação, por isso é fundamental refletir muito bem antes de assumir um relacionamento;
  • Pensam muito de uma maneira imediata, já não dando espaço para a paciência e tolerância nas relações;
  • Controle excessivo e possessividade, lembrando que ninguém é dono, propriedade de ninguém, estão juntos porque assim o desejam;
  • Dificuldade em ter um diálogo assertivo, onde existe a escuta e a troca mútua;
  • Estar aberto a escutar o que seu parceiro pensa e sente.

As desigualdades devem ser encaradas, mas com respeito acima de tudo.

Paula Espíndola

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Liberte-se do ciúme excessivo

LIBERTE-SE DO CIÚME EXCESSIVO

              O ciúme excessivo torna-se doentio, patológico causando muito sofrimento para ambas as partes.

              É a busca incessante de desejar controlar o parceiro, inclusive o controle das atitudes, comportamento e sentimento do outro.

              Para saber se seu ciúme é patológico, é observar se está prejudicando a sua rotina, ou seja, o ciúme é tão grande que modifica a sua rotina.

              Para controlar o ciúme deve-se:

  • Analisar bem a situação para ver se não é fruto da sua imaginação;
  • Compreende e analise o real motivo do seu ciúme;
  • Encare seu real medo de ser amado ou abandonado;
  • Aprenda a confiar no seu parceiro e invista em sua autoconfiança;
  • Não seja possessivo, controle seus impulsos e pense antes de agir;
  • Aproprie-se da resiliência, aprenda com seus erros e não os repita;
  • Valorize sua autoestima e invista mais em você;
  • Ocupe seu tempo ocioso com atividades que lhe dê prazer;
  • Mantenha sempre o diálogo franco com seu parceiro, expondo seus sentimentos.

Caso esteja difícil colocar tudo isso em prática, procure ajuda e faça psicoterapia.

Paula Espíndola

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O relacionamento e suas dificuldades

O RELACIONAMENTO E SUAS DIFICULDADES

              Muitos casais passam por inúmeras dificuldades em seus relacionamentos.

              As dificuldades mais comuns que os relacionamentos enfrentam são:

  • Ciúme excessivo;
  • Egoísmo;
  • Falta de diálogo;
  • Rotina desgastante;
  • Não dividir tarefas;
  • Grandes preocupações com trabalho, esquecendo do parceiro;
  • Divergências de opiniões;
  • Conflitos familiares.

Para todos esses, será fundamental ter muito diálogo para ajustar essas dificuldades.

Paula Espíndola

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Perguntas para psicóloga sobre PRIMEIRO ENCONTRO

Perguntas para psicóloga sobre PRIMEIRO ENCONTRO

  1. Como devo me arrumar para o primeiro encontro?

                  O primeiro encontro gera muita expectativa, mas cuidado para não projetar as suas expectativas no outro.

                  Arrume-se como você realmente é! Coloque a roupa que mostra como você é, não queira vestir algo que não te agrade, para poder agradar o outro, não crie uma personagem, seja você mesma.

  • No primeiro encontro pode ter sexo?

                  Isso só você mesma vai poder responder!

                  Este primeiro encontro:

– Serve para você observar o perfil do parceiro;

– Ver se te respeita;

– Ver a química do casal;

– Não desperdice nenhuma percepção.

                  Agora quanto ao sexo, reflita e veja se isso é realmente importante nesse primeiro encontro.

  • Nosso primeiro encontro não foi tão legal, pois eu estava tensa. Foi o nervosismo de ambos, mas como diminuir a tensão no segundo encontro?

                  A ansiedade no primeiro encontro é normal, porque quando conhecemos alguém, criamos expectativas e isso também ocorre nos relacionamentos amorosos.

                  As principais expectativas para novo relacionamento são:

– Querer ser amado;

– Querer ser o centro do universo para outro;

– Ter certeza de que aquele relacionamento amoroso será eterno.

                  Mas nem tudo ocorre da maneira que desejamos.

                  Por isso que quanto mais expectativa você cria, mais você pode se decepcionar.

                  Agora para o segundo encontro, vá mais tranquila, tente não criar muitas expectativas para esse novo encontro.

  • E se a outra pessoa não gostar do primeiro encontro? Como não me frustrar?

                  Foi o que eu falei, quanto mais expectativa, mais você pode se frustrar.

                  A frustração faz parte da nossa vida, em qualquer momento podemos nos frustrar com algo ou com alguém.

                  Seja mais autoconfiante e valorize-se. A autoestima e a autoconfiança são fundamentais.

                  E se não tiver a possibilidade do segundo encontro não se torture se não deu certo.

  • Depois do primeiro encontro, eu posso ligar para a pessoa ou espero? Quanto tempo esperar?

                  Tente dominar sua ansiedade, porque você e o outro tem que digerir direito o que aconteceu durante o primeiro encontro.

                  Espere ele entrar em contato, caso seja de interesse dele.

                  Deixe o tempo correr e se tiver que realmente acontecer, será no momento certo.

                  Lembre-se que o encantamento e a admiração na relação são fundamentais para a harmonia do relacionamento amoroso.

Vídeo do tema: Quais as expectativas do primeiro encontro?

Paula Espíndola

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A dependência química e o relacionamento

A DEPENDÊNCIA QUÍMICA E O RELACIONAMENTO

              Quando convivemos com um dependente químico fica uma situação difícil e muito delicada por amá-lo e não conseguir lidar com essa situação.

              Não se culpe por não estar conseguindo lidar com isso e tenha a coragem de assumir os seus próprios limites e se não estiver suportando viver assim, estabeleça seus limites e seja firme em sua decisão.

              Caso tenha decidido permanecer nessa relação, ajude o para uma recuperação e para isso será necessário:

  • Demonstrar o apoio que dará para que saia desse vício;
  • Não traga a responsabilidade desse vício para si;
  • Não crie momentos que leve a desejar beber ou usar drogas novamente;
  • Estimule ajuda profissional, um grupo de apoio, inclusive existem grupos para os familiares desses dependentes;
  • Não esqueça de si, pensando no outro, dedique-se sempre a si mesmo.

Esteja preparado emocionalmente para encarar essa situação.

Paula Espíndola

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