Perguntas para psicóloga sobre BENEFÍCIOS DA PSICOTERAPIA

Perguntas para psicóloga sobre PSICOTERAPIA

  1. Ouço você falar em psicoterapia, mas o que é realmente a psicoterapia? Poderia explicar?

              Antes de responder essa pergunta, vou falar da Psicologia, que é uma ciência aplicada ao:

  • Corpo;
  • Mente;
  • Emoções;
  • Sociedade.

              Já a psicoterapia, também conhecida como terapia, é um processo psicológico para ajudar o indivíduo, casais, família, grupo, a resolverem seus conflitos internos, questões emocionais e pessoais.

              Pode ser presencial em um consultório exclusivo para atendimentos, e online, que é mais pontual, na verdade são orientações psicológicas.

              A psicoterapia ajuda a compreender melhor nossas dificuldades, tratando o lado emocional e mental. Levando:

  • Ao bem-estar da pessoa;
  • Sabendo lidar com nossas emoções;
  • Aliviar as angústias;
  • Entender melhor o modo de funcionamento do indivíduo;
  • Levando ao equilíbrio;
  • Ajudar o indivíduo a entender o que é necessário para sua vida.
  • Qual seria a maior finalidade da psicoterapia?

              As maiores finalidades são:

  • Tratar questões emocionais e problemas psicológicos;
  • Dificuldade de relacionar-se com as pessoas;
  • Tratar questões pessoais nas dificuldades cognitivas, comportamentais e emocionais.

As dificuldades cognitivas estão relacionadas:

  • Pensamentos destrutivos e depressivos;
  • Tentativa de suicídio;
  • Dificuldade de tomar decisões.

Nas dificuldades comportamentais:

  • Excesso de raiva e irritabilidade;
  • Medo e fobias;
  • Timidez e insegurança;
  • Medo de falar em público;
  • Compulsão por comida, bebida e drogas.

Dificuldades emocionais:

  • Crise e dificuldade no relacionamento;
  • Traumas emocionais;
  • Choro compulsivo diante de qualquer situação;
  • Sensibilidade;
  • Crise de ansiedade;
  • Sensação de perseguição.
  • Quais são as principais abordagens terapêuticas?

              Cada psicólogo procura a abordagem que melhor se encaixa com sua história e propósito, para trabalhar com seu maior empenho e dedicação.

              A psicoterapia depende da escolha do psicólogo, da abordagem, do momento e da reciprocidade de ambos.

              Existem várias abordagens, vou citar as mais conhecidas, que são:

  • Psicanálise;
  • Psicologia Analítica ou Junguiana;
  • Psicodrama;
  • TCC (Terapia Cognitivo Comportamental).

              E é claro que existem muitas outras.

  • Qual a duração de uma psicoterapia?

              Essa é uma pergunta que a maioria dos pacientes fazem na entrevista inicial.

              A duração depende:

  • Da abordagem;
  • Da dificuldade de a pessoa aceitar as mudanças;
  • Encarar suas dificuldades.

              A pessoa precisa querer fazer e não porque os outros querem que o faça, tem que ser por conta própria, porque o trabalho na psicoterapia é você reconsiderar sua história e estar aberto a isso.

              É necessário:

  • Estar disposto a querer mudar;
  • Sentir-se seguro e confiante diante do profissional;
  • Saber que cada sessão é diferente para cada pessoa, pois é o encontro de duas pessoas únicas;
  • Ter a certeza de que fará uma viagem interna;
  • Oscila entre relaxamento e angústia.

              A duração pode ser curto prazo (com mais ou menos 20 sessões), médio prazo (com um ano aproximadamente) e a longo prazo (com mais tempo, que varia de pessoa para pessoa).

  • Sempre escuto falar de psicólogo, psicoterapeuta, psicanalista e psiquiatra. E a mesma coisa ou tem diferença?

              Existem diferenças:

  • Psicólogo: é aquele que se formou em Psicologia e pode trabalhar em várias áreas, como Psicologia do Esporte, Psicologia do Trânsito, Recursos Humanos (RH) e muitas outras.
  • Psicoterapeuta: é o psicólogo clínico que atua em atendimentos.
  • Psicanalista: trabalha questões emocionais, mas nem sempre é psicólogo, pois existem cursos para essa profissão.
  • Psiquiatra: é o médico, que normalmente faz um trabalho em conjunto com psicoterapeuta e geralmente faz um tratamento medicamentoso, dependendo de cada caso.

              Mas para todos é necessário o uso da ética e o sigilo das consultas.

  • A psicoterapia sempre trará alívio para a pessoa?

              O maior alívio é de dividir o problema com o profissional que conhece as teorias psicológicas que ajudarão na compreensão das suas questões pessoais.

              A psicoterapia oscila entre o relaxamento e a angústia, porque nem sempre trará sensação de conforto, principalmente quando aborda aspectos mais difíceis de lidar e encarar.

              Quando a pessoa chega para a sessão e fala que não tem mais o que dizer, pode ser a hora de deparar-se com assuntos mais difíceis.

  • Quais são os sinais que devo procurar uma psicoterapia?

              A lista é bem grande:

  1. Crises de ansiedade, depressão, síndrome de pânico;
  2. Alterações bruscas de humor;
  3. Depressão pós-parto;
  4. Melhorar algum comportamento;
  5. Problemas de personalidade;
  6. Questões existenciais e perturbações pessoais;
  7. Transtornos mentais;
  8. Traumas psicológicos;
  9. Dificuldade no relacionamento e na sexualidade;
  10. Dificuldades financeiras e profissionais;
  11. Desenvolvimento de habilidades sociais;
  12. Dificuldade de tomar decisões;
  13. Atos repetitivos e pensamentos angustiantes;
  14. Medo e fobia;
  15. Ciúme excessivo;
  16. Timidez e insegurança;
  17. Dificuldade de lidar com as pessoas;
  18. Distração excessiva;
  19. Problemas em relacionamentos familiares;
  20. Estresse;
  21. Questões de saúde e doenças crônicas;
  22. Aumentar a autoestima;
  23. Luto por uma pessoa ou por um relacionamento;
  24. Lidar com emoções negativas;
  25. Sensações de tristeza e desamparo;
  26. Dificuldade de concentração;
  27. Preocupações excessivas;
  28. Controle do uso excessivo de álcool e drogas.
  • Quais são os benefícios da psicoterapia?

              Vou pontuar os principais benefícios, que são:

  • Superação de conflitos;
  • Mudança de pensamentos e comportamento para alcançar seus objetivos;
  • Desenvolvimento de habilidades como: empatia, comunicação e assertividade;
  • Autoconhecimento;
  • Autonomia e controle da sua vida;
  • Ajudar no processo de crescimento e transformação pessoal;
  • Bem-estar.

Vídeo do tema:

Paula Freitas

Psicóloga, Psicoterapeuta de casal e Terapeuta Sexual

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A teoria do apego

 A TEORIA DO APEGO

Segundo a teoria do apego de Bowlby, os vínculos entre pessoas adultas seriam semelhantes aos dos bebês e seus pais, as relações de apego tendem a se repetir nos vínculos estabelecidos por adultos, mesmo que as características manifestas foram opostas as da infância.

Elos fazem parte da história de cada ser, mas também existem laços frágeis e inconstantes.

Outros laços marcam o desenvolvimento infantil, influenciando na elaboração de conflitos e na construção de recursos saudáveis.

Existem 3 tipos de apego:

  • Seguro;
  • Evitador e ansioso;
  • Ambivalente.

Esses tipos influenciam as reações tanto frente a emoções agradáveis como as de conflito.

Os vínculos amorosos estão fundamentados no apego, cuidado e sexualidade.

O amor adulto implica na oscilação entre conexão, desconexão e reconexão. Sendo assim, é fundamental a neuroplasticidade no processo terapêutico, que se constitui na capacidade dos neurônios de criar novas conexões durante a vida inteira, tornando-se a base da resiliência no funcionamento humano, para mudanças na terapia e nas transformações das relações do casal e da família.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal e terapeuta sexual

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Terapia de casal

CONFLITOS CONJUGAIS E TERAPIA DE CASAL

Os conflitos conjugais podem ocorrer em várias áreas como a financeira, educação dos filhos, lazer, uso do tempo livre individualmente, atividades domésticas, sexualidade, família de origem de cada um e muitas outras áreas.

Esses conflitos ativam incômodo e angústia, e muitas vezes, a sensação de estar sozinho, sem ter com quem repartir ideias e decisões.

Embora o desejo do casal seja ser escutado e compreendido, o comportamento defensivo, crítico, raiva ou retraimento ativa a autoproteção do outro, deixando parceiros magoados e decepcionados.

A terapia de casal trabalha na aprendizagem, de autorregular-se e saber lidar com as próprias emoções, cultivando juntos uma relação com empatia, respeito e generosidade.

A terapia ajuda a compreender como as áreas da vulnerabilidade de cada um se conectam e influenciam nos padrões emocionais relacionais e assim descontruir aspectos disfuncionais, problemáticos na relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal e terapeuta sexual

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Altos e baixos no relacionamento abusivo

OS ALTOS E BAIXOS NO RELACIONAMENTO ABUSIVO

Alguns relacionamentos estão rodeados de momentos de altos e baixos, parece que em um momento está tudo bem e de repente tudo vira um verdadeiro caos.

A instabilidade no relacionamento é uma característica de relações abusivas.

Esse mecanismo relacional machuca muito, fere, confundindo a pessoa, gerando um grande desconforto e perturbação mental.

Essa instabilidade pode vir carregado de ameaças, medo do abandono e até agressões físicas, deixando a relação cada vez mais perigosa.

Muitas vezes, o controle financeiro é bem usado, removendo sua autonomia, que faz se sentir sem forças e incapaz de tomar suas próprias decisões.

A autonomia é muito importante e te torna mais forte, já o relacionamento abusivo nos fragiliza e nos torna vulneráveis.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal e terapeuta sexual

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A baixa autoestima e o relacionamento abusivo

A BAIXA AUTOESTIMA E O RELACIONAMENTO ABUSIVO

A baixa autoestima é o principal ingrediente do relacionamento abusivo, deixando a pessoa mais fragilizada emocionalmente.

Aproveitando dessa instabilidade e fragilidade emocional, o abusador utiliza de jogos psicológicos, inclusive até de chantagens emocionais para poder manipular e controlar cada vez mais a vítima.

Por trás dessa baixa autoestima, pode estar enraizado algumas crenças limitantes de que não é merecedor de relações saudáveis, surgindo então a dependência emocional e o grande pavor, o medo do abandono. Assim passará a acreditar que esse abusador é o único que ficará com você, ou seja, o único que poderá te aceitar, reforçando cada vez mais essas crenças.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal e terapeuta sexual

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