Quando a terapia de casal é essencial?

QUANDO A TERAPIA DE CASAL É ESSENCIAL?

Quando o casal está passando por dificuldades e conflitos conjugais é fundamental a terapia de casal.

Segundo Cordioli, as indicações para terapia de casal são quando:

  • Conflitos importantes nas relações interpessoais que se agravam com o tempo;
  • Padrões de interação destrutiva, que podem levar violência ou quebra da relação;
  • Dificuldade na intimidade, envolvendo a comunicação de afetos e sentimentos, companheirismo, planejamento da vida em comum, troca de papéis;
  • Disfunções que surgem em função de mudanças de um dos parceiros: mudança profissional, de características de personalidade pelo próprio crescimento pessoal ou em consequência da terapia;
  • Disfunções sexuais: vaginismo, anorgasmia, ejaculação precoce, desejo diminuído ou insatisfação com desempenho do parceiro, que não se resolve com passar do tempo.

A indicação para terapia de casal não é tudo, decisivo é o desejo e o interesse em se tratarem.

A disposição é essencial para que se estabeleça uma boa aliança de trabalho.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal e terapeuta sexual

WhatsApp – 11 98313 2371

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Acordos conjugais

ACORDOS CONJUGAIS

Encarar a vida e o relacionamento com mais leveza é superimportante, por isso é fundamental ter diálogo para ajustar a vida conjugal e familiar.

Os acordos conjugais fazem parte do processo de ajustar o que precisa para o bem-estar de todos.

Nas famílias onde as mudanças relacionais são percebidas como ameaçadoras, os papéis tendem a ser rígidos, evitando a integração de novas experiência e informações.

Para que fluxos de flexibilização e adaptação aconteçam, é necessária a capacidade de tolerar uma desorganização temporária com uma visão em direção a nova estabilidade.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal e terapeuta sexual

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A bagagem emocional vinda da família de origem

A BAGAGEM EMOCIONAL VINDA DA FAMÍLIA DE ORIGEM

Cada um de nós possui sua bagagem emocional, que foi sendo preenchida ao decorrer de toda vida, inclusive preenchida através da família de origem.

As relações familiares passadas manifestam-se no presente a fim de desenvolver-se no futuro impedindo que um ciclo de mudança se estabeleça.

A formação de uma nova família exige esforço, renúncias e contratos que se consolide na vida de todos os membros.

Assim, deve-se fazer uma nova mochila emocional, descartando bagagens passadas que não cabe dentro dessa relação.

Nos relacionamentos, as pessoas são impulsionadas por duas forças que deveriam se manter em equilíbrio: a individualidade e a proximidade.

É fundamental reconhecer o processo de individuação, aceitando o outro em suas diferenças sem renunciar a si mesmo.

Estar muito apegado as relações do passado ou até mesmo na relação atual, não deixa espaço para olhar para si.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal e terapeuta sexual

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Perguntas para psicóloga sobre BENEFÍCIOS DA PSICOTERAPIA

Perguntas para psicóloga sobre PSICOTERAPIA

  1. Ouço você falar em psicoterapia, mas o que é realmente a psicoterapia? Poderia explicar?

              Antes de responder essa pergunta, vou falar da Psicologia, que é uma ciência aplicada ao:

  • Corpo;
  • Mente;
  • Emoções;
  • Sociedade.

              Já a psicoterapia, também conhecida como terapia, é um processo psicológico para ajudar o indivíduo, casais, família, grupo, a resolverem seus conflitos internos, questões emocionais e pessoais.

              Pode ser presencial em um consultório exclusivo para atendimentos, e online, que é mais pontual, na verdade são orientações psicológicas.

              A psicoterapia ajuda a compreender melhor nossas dificuldades, tratando o lado emocional e mental. Levando:

  • Ao bem-estar da pessoa;
  • Sabendo lidar com nossas emoções;
  • Aliviar as angústias;
  • Entender melhor o modo de funcionamento do indivíduo;
  • Levando ao equilíbrio;
  • Ajudar o indivíduo a entender o que é necessário para sua vida.
  • Qual seria a maior finalidade da psicoterapia?

              As maiores finalidades são:

  • Tratar questões emocionais e problemas psicológicos;
  • Dificuldade de relacionar-se com as pessoas;
  • Tratar questões pessoais nas dificuldades cognitivas, comportamentais e emocionais.

As dificuldades cognitivas estão relacionadas:

  • Pensamentos destrutivos e depressivos;
  • Tentativa de suicídio;
  • Dificuldade de tomar decisões.

Nas dificuldades comportamentais:

  • Excesso de raiva e irritabilidade;
  • Medo e fobias;
  • Timidez e insegurança;
  • Medo de falar em público;
  • Compulsão por comida, bebida e drogas.

Dificuldades emocionais:

  • Crise e dificuldade no relacionamento;
  • Traumas emocionais;
  • Choro compulsivo diante de qualquer situação;
  • Sensibilidade;
  • Crise de ansiedade;
  • Sensação de perseguição.
  • Quais são as principais abordagens terapêuticas?

              Cada psicólogo procura a abordagem que melhor se encaixa com sua história e propósito, para trabalhar com seu maior empenho e dedicação.

              A psicoterapia depende da escolha do psicólogo, da abordagem, do momento e da reciprocidade de ambos.

              Existem várias abordagens, vou citar as mais conhecidas, que são:

  • Psicanálise;
  • Psicologia Analítica ou Junguiana;
  • Psicodrama;
  • TCC (Terapia Cognitivo Comportamental).

              E é claro que existem muitas outras.

  • Qual a duração de uma psicoterapia?

              Essa é uma pergunta que a maioria dos pacientes fazem na entrevista inicial.

              A duração depende:

  • Da abordagem;
  • Da dificuldade de a pessoa aceitar as mudanças;
  • Encarar suas dificuldades.

              A pessoa precisa querer fazer e não porque os outros querem que o faça, tem que ser por conta própria, porque o trabalho na psicoterapia é você reconsiderar sua história e estar aberto a isso.

              É necessário:

  • Estar disposto a querer mudar;
  • Sentir-se seguro e confiante diante do profissional;
  • Saber que cada sessão é diferente para cada pessoa, pois é o encontro de duas pessoas únicas;
  • Ter a certeza de que fará uma viagem interna;
  • Oscila entre relaxamento e angústia.

              A duração pode ser curto prazo (com mais ou menos 20 sessões), médio prazo (com um ano aproximadamente) e a longo prazo (com mais tempo, que varia de pessoa para pessoa).

  • Sempre escuto falar de psicólogo, psicoterapeuta, psicanalista e psiquiatra. E a mesma coisa ou tem diferença?

              Existem diferenças:

  • Psicólogo: é aquele que se formou em Psicologia e pode trabalhar em várias áreas, como Psicologia do Esporte, Psicologia do Trânsito, Recursos Humanos (RH) e muitas outras.
  • Psicoterapeuta: é o psicólogo clínico que atua em atendimentos.
  • Psicanalista: trabalha questões emocionais, mas nem sempre é psicólogo, pois existem cursos para essa profissão.
  • Psiquiatra: é o médico, que normalmente faz um trabalho em conjunto com psicoterapeuta e geralmente faz um tratamento medicamentoso, dependendo de cada caso.

              Mas para todos é necessário o uso da ética e o sigilo das consultas.

  • A psicoterapia sempre trará alívio para a pessoa?

              O maior alívio é de dividir o problema com o profissional que conhece as teorias psicológicas que ajudarão na compreensão das suas questões pessoais.

              A psicoterapia oscila entre o relaxamento e a angústia, porque nem sempre trará sensação de conforto, principalmente quando aborda aspectos mais difíceis de lidar e encarar.

              Quando a pessoa chega para a sessão e fala que não tem mais o que dizer, pode ser a hora de deparar-se com assuntos mais difíceis.

  • Quais são os sinais que devo procurar uma psicoterapia?

              A lista é bem grande:

  1. Crises de ansiedade, depressão, síndrome de pânico;
  2. Alterações bruscas de humor;
  3. Depressão pós-parto;
  4. Melhorar algum comportamento;
  5. Problemas de personalidade;
  6. Questões existenciais e perturbações pessoais;
  7. Transtornos mentais;
  8. Traumas psicológicos;
  9. Dificuldade no relacionamento e na sexualidade;
  10. Dificuldades financeiras e profissionais;
  11. Desenvolvimento de habilidades sociais;
  12. Dificuldade de tomar decisões;
  13. Atos repetitivos e pensamentos angustiantes;
  14. Medo e fobia;
  15. Ciúme excessivo;
  16. Timidez e insegurança;
  17. Dificuldade de lidar com as pessoas;
  18. Distração excessiva;
  19. Problemas em relacionamentos familiares;
  20. Estresse;
  21. Questões de saúde e doenças crônicas;
  22. Aumentar a autoestima;
  23. Luto por uma pessoa ou por um relacionamento;
  24. Lidar com emoções negativas;
  25. Sensações de tristeza e desamparo;
  26. Dificuldade de concentração;
  27. Preocupações excessivas;
  28. Controle do uso excessivo de álcool e drogas.
  • Quais são os benefícios da psicoterapia?

              Vou pontuar os principais benefícios, que são:

  • Superação de conflitos;
  • Mudança de pensamentos e comportamento para alcançar seus objetivos;
  • Desenvolvimento de habilidades como: empatia, comunicação e assertividade;
  • Autoconhecimento;
  • Autonomia e controle da sua vida;
  • Ajudar no processo de crescimento e transformação pessoal;
  • Bem-estar.

Vídeo do tema:

Paula Freitas

Psicóloga, Psicoterapeuta de casal e Terapeuta Sexual

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A teoria do apego

 A TEORIA DO APEGO

Segundo a teoria do apego de Bowlby, os vínculos entre pessoas adultas seriam semelhantes aos dos bebês e seus pais, as relações de apego tendem a se repetir nos vínculos estabelecidos por adultos, mesmo que as características manifestas foram opostas as da infância.

Elos fazem parte da história de cada ser, mas também existem laços frágeis e inconstantes.

Outros laços marcam o desenvolvimento infantil, influenciando na elaboração de conflitos e na construção de recursos saudáveis.

Existem 3 tipos de apego:

  • Seguro;
  • Evitador e ansioso;
  • Ambivalente.

Esses tipos influenciam as reações tanto frente a emoções agradáveis como as de conflito.

Os vínculos amorosos estão fundamentados no apego, cuidado e sexualidade.

O amor adulto implica na oscilação entre conexão, desconexão e reconexão. Sendo assim, é fundamental a neuroplasticidade no processo terapêutico, que se constitui na capacidade dos neurônios de criar novas conexões durante a vida inteira, tornando-se a base da resiliência no funcionamento humano, para mudanças na terapia e nas transformações das relações do casal e da família.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

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Terapia de casal

CONFLITOS CONJUGAIS E TERAPIA DE CASAL

Os conflitos conjugais podem ocorrer em várias áreas como a financeira, educação dos filhos, lazer, uso do tempo livre individualmente, atividades domésticas, sexualidade, família de origem de cada um e muitas outras áreas.

Esses conflitos ativam incômodo e angústia, e muitas vezes, a sensação de estar sozinho, sem ter com quem repartir ideias e decisões.

Embora o desejo do casal seja ser escutado e compreendido, o comportamento defensivo, crítico, raiva ou retraimento ativa a autoproteção do outro, deixando parceiros magoados e decepcionados.

A terapia de casal trabalha na aprendizagem, de autorregular-se e saber lidar com as próprias emoções, cultivando juntos uma relação com empatia, respeito e generosidade.

A terapia ajuda a compreender como as áreas da vulnerabilidade de cada um se conectam e influenciam nos padrões emocionais relacionais e assim descontruir aspectos disfuncionais, problemáticos na relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

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Altos e baixos no relacionamento abusivo

OS ALTOS E BAIXOS NO RELACIONAMENTO ABUSIVO

Alguns relacionamentos estão rodeados de momentos de altos e baixos, parece que em um momento está tudo bem e de repente tudo vira um verdadeiro caos.

A instabilidade no relacionamento é uma característica de relações abusivas.

Esse mecanismo relacional machuca muito, fere, confundindo a pessoa, gerando um grande desconforto e perturbação mental.

Essa instabilidade pode vir carregado de ameaças, medo do abandono e até agressões físicas, deixando a relação cada vez mais perigosa.

Muitas vezes, o controle financeiro é bem usado, removendo sua autonomia, que faz se sentir sem forças e incapaz de tomar suas próprias decisões.

A autonomia é muito importante e te torna mais forte, já o relacionamento abusivo nos fragiliza e nos torna vulneráveis.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

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A baixa autoestima e o relacionamento abusivo

A BAIXA AUTOESTIMA E O RELACIONAMENTO ABUSIVO

A baixa autoestima é o principal ingrediente do relacionamento abusivo, deixando a pessoa mais fragilizada emocionalmente.

Aproveitando dessa instabilidade e fragilidade emocional, o abusador utiliza de jogos psicológicos, inclusive até de chantagens emocionais para poder manipular e controlar cada vez mais a vítima.

Por trás dessa baixa autoestima, pode estar enraizado algumas crenças limitantes de que não é merecedor de relações saudáveis, surgindo então a dependência emocional e o grande pavor, o medo do abandono. Assim passará a acreditar que esse abusador é o único que ficará com você, ou seja, o único que poderá te aceitar, reforçando cada vez mais essas crenças.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

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A despersonalização na relação abusiva

A DESPERSONALIZAÇÃO NA RELAÇÃO ABUSIVA

No relacionamento abusivo, a pessoa tem a sensação de estar se perdendo de si, se desconectando e muitas vezes já nem se reconhece mais, ocorrendo a despersonalização, que é o maior objetivo do abusador, pois assim conseguirá ter o total controle.

Sem se dar conta, não reconhece mais suas características pessoais e passa a ser conduzida de acordo com o que outro quer, abandonando a si mesmo.

Essa despersonalização traz muitos prejuízos, como na sua rotina, relações profissionais, sem se dar conta da sua baixa autoestima.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

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