Fatores interferindo no relacionamento

FATORES INTERFERINDO NO RELACIONAMENTO

Muitos casais sofrem com a interferência familiar, podendo levar ao desgaste a relação do casal.

Quando o casal decide constituir uma nova família é fundamental ter muito diálogo para assim entrar em comum acordo com as novas regras que serão estabelecidas para que os familiares de ambos não interferiram na relação.

Para se ter uma relação o mais agradável e sem interferência com os familiares, deve-se colocar em prática essas dicas:

  • Tente manter uma convivência o mais harmoniosa possível com muito respeito e uma dose de tolerância;
  • Estabeleça os limites acordado entre o casal para os familiares;
  • Priorize os momentos do casal;
  • Não fale mal dos familiares do parceiro, evite conflitos;
  • Participe de reuniões familiares, mas não tenha compromisso semanal com eles;
  • Evite falar dos problemas do casal para os familiares;
  • Entenda que os familiares podem ter o objetivo de ajudar o casal, então seja cordial;
  • Não faça comparações entre as famílias de origem de ambos.

Caso o casal não consiga lidar com essas interferências familiares, a terapia de casal poderá auxiliar nessa situação.

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal e terapeuta sexual

WhatsApp – 11 98313 2371

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Consequências do abandono emocional

CONSEQUÊNCIAS DO ABANDONO EMOCIONAL

No abandono emocional existem fatores psicológicos que afetam a relação.

Existem pessoas que não têm recursos psicológicos para construir laço afetivo, um vínculo de intimidade no relacionamento.

A pessoa que se sente emocionalmente abandonada pode trazer muitos prejuízos para sua saúde física e mental.

As consequências desse abandono emocional podem acarretar:

  • Crises de ansiedade com sensação de angústia pela separação;
  • Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), pois o sofrimento pode gerar situação traumática;
  • Transtorno de personalidade limítrofe (TPL) caracterizado pelo medo de críticas, rejeição social e medo de ser abandonado;
  • Quadros depressivos.

Observe os sinais desse abandono para que não acarrete maiores prejuízos em sua saúde mental e física.

Lembrando que em casos de abandono emocional é primordial a psicoterapia, onde terá momento de acolhimento e investimento em sua autoestima.

Paula Freitas

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Sinais do abandono emocional

SINAIS DO ABANDONO EMOCIONAL

O abandono emocional é um estado subjetivo no qual a pessoa se sente indesejada, perdendo um sustento emocional, caracterizando a ruptura do vínculo emocional.

E quando percebo esse abandono emocional?

Existem alguns sinais que indicam esse abandono, que são:

  • Diminuição do diálogo entre o casal, falam apenas sobre questões rotineiras de uma maneira superficial;
  • Já não compartilham mais as mesmas amizades ou não tem vontade de estar no mesmo núcleo social;
  • A falta de confiança no parceiro vai ficando cada vez mais evidente;
  • Não se sente valorizada;
  • Falta ou diminuição de contato físico, já nem se tocam mais.

Esses sinais começam sutilmente e muitas vezes, não são percebidos, então avalie como está a qualidade do seu relacionamento.

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal e terapeuta sexual

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Perguntas para psicóloga sobre CONFLITO DE INTERESSES – Parte 1

Perguntas para psicóloga sobre CONFLITO DE INTERESSES – PARTE 1

  1. Qual é a melhor definição para conflito de interesses?

              De acordo com as leis regentes, a definição de conflito de interesses é: “a situação gerada pelo confronto entre interesses públicos e privados, que possa comprometer o interesse coletivo ou influenciar, de maneira imprópria, o desempenho da função psíquica”.

  • Quando ocorrem os conflitos de interesses?

              Os conflitos de interesses ocorrem:

  • quando esse conflito traz algum prejuízo para alguém;
  • quando uma decisão é influenciada pelo interesse e opinião de uma das partes, prejudicando os demais.
  • Quais são os conflitos de interesses que são mais identificados?

              Os conflitos mais identificados são por interesses:

  • econômicos;
  • científicos;
  • educacionais;
  • religiosos;
  • e sociais.
  • Gosto de uma pessoa que tem uma religião diferente da minha. Como andar com esse relacionamento? É válido continuar?

              Quando existe conflito de interesses em aspectos religiosos, deve ter muito diálogo desde o início, para que cada um aprenda a respeitar a religião do outro.

              Mas você deve consultar a si mesmo se suportará essas diferenças e princípios religiosos.

              Lembre-se, temos que ter relacionamentos que somos capazes de suportar, porque essa relação, união tem que ser algo gostoso e prazeroso.

  • Como lidar, principalmente quando são planos muito diferentes, como você querer morar perto da família e a pessoa querer morar fora do país, a pessoa achar normal cada um passar a madrugada com os próprios amigos e você discorda disso, esse tipo de coisa.

              Você colocou algumas situações, então vamos por partes:

  • primeiro o fato de morar ou não perto da família: é preciso analisar com cautela as propostas surgidas, ver quais são os planos do casal, as suas prioridades. Lógico que é a muito gostoso morar perto da família, mas perto da família, mas lembre-se que vocês agora têm uma nova família que deve ser prioridade.

              Nesse caso será necessário um diálogo franco, expondo os pós e contra dessa situação tão importante.

  • agora cada um ficar a madrugada toda com os amigos, deve ser revista essa situação.

              É claro que temos que ter nossos momentos individuais, mas devemos priorizar os momentos do casal.

              Converse com ele e exponha o que você está sentindo e que não concorda com essa situação.

              O diálogo franco é a melhor solução para as dificuldades nos relacionamentos.

  • Eu sempre fiz de tudo para agradar meu esposo, mas o mesmo diz que eu o sufoco! Gosto de estar sempre abraçando, beijando e ele se sente sufocado. O que você me diz? Ele me acha possessiva.

              As pessoas são diferentes, pensam diferente e demonstram carinho de maneiras diferentes.

              O ideal seria você conversar com ele, quando estiverem calmos e tranquilos, fale que você precisa e sente necessidade de demonstração de afeto.

              A maneira como absorvemos os problemas, facilita para superar os conflitos.

  • Quais são os maiores conflito de interesses vivenciados no relacionamento?

              Os maiores conflitos enfrentados nos relacionamentos são:

  • problemas mal-entendidos ou resolvidos;
  • motivos desconhecidos que levam a imaginação fantasiosa;
  • divergência de opiniões, interesses e crenças;
  • falta de compatibilidade no relacionamento;
  • competição pelo poder, com brigas para ver quem pode mais;
  • dificuldades intrapessoais.

Vídeo do tema:

Paula Freitas

Psicóloga, Psicoterapeuta de casal e Terapeuta Sexual

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A difícil decisão pelo fim do relacionamento

A DIFÍCIL DECISÃO PELO FIM DO RELACIONAMENTO

O término do relacionamento, a separação é um rompimento do vínculo, então é fundamental entender que a quebra de qualquer vínculo traz sofrimento, mesmo quando esse vínculo já não é mais prazeroso, mesmo assim traz muita dor e sofrimento.

Pensando nessa dor, muitas pessoas adiam suas decisões e se questionam: Por que permanecer em um relacionamento que já não vejo fazer mais parte da minha vida?

Existem vários motivos que te impedem de tomar a decisão pelo término do relacionamento, que são:

  • Hábitos e costumes que já estão incorporados, que já não se imaginam conviver sem eles;
  • A perda do contato com a família do parceiro;
  • Medo do desconhecido, não saber o que acontecerá nessa nova etapa da vida;
  • Receio de ferir o sentimento do outro;
  • Dificuldades financeiras, medo de se manter financeiramente sozinho;
  • Preocupação com opiniões alheias;
  • Medo do arrependimento, por isso é fundamental estar convicto da sua decisão.

Tenha a clareza de que se você já não está mais feliz nesse relacionamento consequentemente o outro também não estará feliz.

Tome a sua melhor decisão, avalie e se posicione.

Quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal e terapeuta sexual

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