Hábitos que prejudicam a saúde mental

HÁBITOS QUE PREJUDICAM A SAÚDE MENTAL

              Vivemos em tempos difíceis decorrente dessa pandemia, pois as pessoas estão cada vez mais estressadas e não sabem gerenciar suas emoções e pensamentos.

              A doença, o desconhecido, traz muito medo, desespero, agonia, frente a tantas situações difíceis, desenvolvendo nas pessoas, fobia, pânico, crises de ansiedade, fome, desemprego e massa, luto decorrente da perda de entes queridos e até o fim de relacionamentos, pois o maior convívio desestabilizou muitas famílias.

              Os hábitos que mais prejudicam a estabilidade emocional e consequentemente a saúde mental são:

  • Encarar os pensamentos negativos que desencadeiam crises de ansiedade e depressão;
  • Uso excessivo de álcool e drogas devido a angústia de encarar esse momento deixado em nossas vidas;
  • Uso excessivo das redes sociais e da internet.

Sabemos que a internet nesse momento de Home Office, aula online, é fundamental devido a necessidade de se conectar com as pessoas decorrentes das atividades profissionais, escolares, mas muitas pessoas estão aproveitando esse momento de insatisfação pessoal, abusando das redes sociais.

Paula Espíndola

Psicóloga e Terapeuta Sexual

Quem cuida da mente, cuida da vida!

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Alguns mitos sobre saúde mental

ALGUNS MITOS SOBRE SAÚDE MENTAL

              Existem mitos a respeito da saúde mental que são divulgados pela própria sociedade e que acabam prejudicando o entendimento sobre a saúde mental.

              Os mitos mais impactantes são:

  • As doenças mentais só ocorrem em mentes confusas, pois são frutos de imaginação;
  • Os transtornos e distúrbios mentais levam à loucura;
  • Nenhum desajuste mental tem cura, portanto não adianta procurar ajuda psiquiátrica ou psicológica;
  • Todos os pacientes com problemas mentais são perigosos e imprevisíveis.

É fundamental reforçar os conceitos sobre saúde mental e divulgar para que esses mitos não prejudicam a possibilidade de as pessoas procurarem ajuda profissional.

Paula Espíndola

Psicóloga e Terapeuta Sexual

Quem cuida da mente, cuida da vida!

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Perguntas para psicóloga sobre CONFLITOS FAMILIARES

Perguntas para psicóloga sobre CONFLITOS FAMILIARES

  1. Meu namorado terminou comigo por WhatsApp, porque a família dele não aceita o nosso namoro. Ele disse que queria estar comigo, mas cansou de brigar com os pais e resolveu ficar em paz com a família dele. Eu sei como lidar com essa situação, ele gosta de mim, mas optou pela família.

              Essa situação pode ser dolorosa, mas é um fato, é real!

              Ele optou por não ter mais conflito com os pais e ficar com a família.

              Agora eu te pergunto: Você acredita que esse amor era tão grande assim? Porque se ele desistiu de você para não entrar em conflito familiar!

              Pense mais em você: Será que é esse tipo de relacionamento que você merece?

  • Meus familiares têm problemas com a justiça e com isso, ficamos longe. Como lidar com isso?

              É situação difícil, porque sempre sonhamos em ter apenas bons momentos familiares, mas existem obstáculos, que geram frustrações e são com essas frustrações e desilusões que crescemos.

  • Meus pais não aceitam a doença da minha companheira. Como fazê-los entender?

              Acredito que eles não aceitam por se preocupar com você.

              Os pais têm a missão de transmitir aos filhos diversos valores, respeito, amor, solidariedade, paz e é claro que se preocupam com seus filhos.

              Agora eu te pergunto: Você está se cuidando?

              Converse com eles francamente, exponha seus sentimentos, mas escute o que eles têm a te dizer.

  • Tenho um familiar privado de sua liberdade e não sei como lidar com essa situação. Como agir?

              Essa é uma questão semelhante ao outro caso de problemas judiciais.

              O importante é você estar ciente que os problemas dos seus familiares não são os seus diretamente, não os traga para si, esses problemas que só trarão sofrimento.

              Coloque limites e pense em você.

  • Quando era jovem, era a promessa da família de casar rápido. Depois que fiquei mais velha e experiente, as coisas mudaram. Como não desapontar minha família?

              O melhor caminho é sempre o diálogo, ele aproxima a família, porque os problemas mal resolvidos, acarretam distanciamento familiar e emocional.

  • Estou em conflito com minha mãe, moro com meus pais e meu filho. Morei fora e voltei grávida para casa deles. Ela me trata diferente das minhas irmãs que são casadas. Minha mãe quer mandar em mim e no meu filho.

              Quando saímos de casa e depois retornamos, nunca mais será como antes.

              Então temos que nos adaptar e nos adequar as novas mudanças, mas a falta de comunicação gera muitos conflitos familiares.

              Sugiro que você reúna sua família e converse com eles, lembrando sempre que o diálogo é uma troca, de fala e escuta.

  • Quais as maiores dificuldades que levam aos conflitos familiares?

              Existem muitas dificuldades que levam aos conflitos familiares, como:

  • brigas constantes e desentendimentos;
  • violência doméstica;
  • consumo abusivo de álcool e drogas;
  • falta de comunicação;
  • problemas ocultos;
  • desrespeito das diferenças individuais.
  • Como resolver os conflitos familiares?

              Aqui vão algumas dicas para resolver esses conflitos familiares, como:

  • não se distancie dos seus familiares;
  • mantenha sempre o diálogo;
  • use a sinceridade e a empatia;
  • enxergue as diferenças individuais de seus familiares;
  • admita seus erros, encare os seus problemas, tente resolvê-los e aprenda a lidar com os erros dos outros;
  • use a resiliência, ou seja, aprenda com os erros, não os repita; 
  • seja mais flexível e reveja sua postura;
  • caso esteja difícil, proponha uma psicoterapia familiar que ajuda a encontrar o ponto de equilíbrio da dinâmica familiar.

Vídeo do tema:

Paula Espíndola

Psicóloga e Terapeuta Sexual

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Como fica a saúde mental na pandemia?

COMO FICA A SAÚDE MENTAL DURANTE A PANDEMIA?

              A pandemia está mexendo muito com a saúde mental das pessoas. São tantas incertezas, dúvidas, medos, angústias, corações dilacerados por perdas de entes queridos, amigos, familiares.

              Acredita-se que tudo passaria rápido, mas já estamos convivendo com esse receio do que nos espera a mais de um longo ano.

              Aumentou significativamente os casos de pessoas com depressão e transtornos de ansiedade decorrente dessa situação amedrontadora.

              Assim fica evidente os estragos que essa pandemia poderá fazer na saúde mental das pessoas.

              Sabemos que as pessoas reagem de maneiras completamente diferentes diante do mesmo fato, assim cada um de nós reage de um modo diante dessa situação, isso tudo depende das características pessoais, ou seja, da sua história de vida.

              Outro ponto importante é que o convívio prolongado com os familiares aumentou os desajustes na dinâmica familiar, que prejudica as qualidades dos relacionamentos familiares, consequentemente afetando a saúde mental das pessoas, atrapalhando o bem-estar de cada um.

              A saúde mental proporciona lidar com as nossas emoções positivas e negativas para assim ter um melhor equilíbrio emocional para um convívio saudável com as pessoas.

Paula Espíndola

Psicóloga e Terapeuta Sexual

Quem cuida da mente, cuida da vida!

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Como ter uma boa saúde mental?

COMO TER UMA BOA SAÚDE MENTAL?

              A saúde mental está relacionada de acordo com a maneira de que a pessoa reage as dificuldades da vida e como administra suas capacidades, desejos, sonhos, sentimentos e pensamentos para que consiga ter excelentes resultados em sua jornada.

              Para ter saúde mental deve-se:

  • Saber lidar com suas emoções com sabedoria e respeito a si mesmo;
  • Estar bem consigo mesmo;
  • Encarar as diversidades da vida;
  • Reconhecer seus próprios limites;
  • Procurar ajuda psicológica quando sentiu necessidade.

Todos nós passamos por momentos que nos remete o sofrimento em alguma fase da vida, mas o importante é ter a convicção de que somos capazes de superar nossas dificuldades.

Paula Espíndola

Psicóloga e Terapeuta Sexual

Quem cuida da mente, cuida da vida!

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